Mostrar mensagens com a etiqueta Death in June. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Death in June. Mostrar todas as mensagens

domingo, outubro 23, 2011

Death in June + Die Weisse Rose

 
Lisboa, Sábado à noite e com dois concertos repartidos por duas salas, a "Sala TMN ao Vivo" e a “Sala Mistério”. Esta repartição acabou por se verificar também nos membros do Grey Age, uns a caminharem para um lado e outros (aliás, outro) a caminhar lá para os lados da Rua da Madalena.

Assim, fica registado o dia 15 de Outubro de 2011, como a data de mais uma passagem por Lisboa do projecto de Douglas Pearce os Death in June, desta vez para celebrar o seu 30.º Aniversário e com Organização da Extremocidente. 
Esta passagem ficou, no entanto, marcada pelo secretismo relacionado com o local do evento, pela divulgação e pelo método de venda dos bilhetes. Todas as informações necessárias foram prestadas através de um endereço de e-mail. 
Quanto às coordenadas finais para podermos chegar à sala do concerto (ainda que não fosse necessário o uso de GPS) só as ficámos a saber no próprio dia do concerto, e por telefone, e já no período da tarde.
Talvez se tenha verificado algum excesso na preparação do evento, mas, enfim...

Findo que foi o mistério em torno da sala, a partir das 21:00H, em Lisboa, na Casa de Lafões, deu-se inicio ao evento.
Para aquecer a plateia, se é que era necessário, subiu ao palco Miro Snejdr, que participa no último álbum dos DIJ "Peaceful Snow", para interpretar ao piano algumas músicas dos DIJ.


Pouco depois e para resfriar um pouco o ambiente, (que era já de altíssimo calor), com a sala completamente cheia, subiram ao palco os dinamarqueses Die Weisse Rose.
Em palco, pareciam três blocos de gelo, tal era a frieza (militarista) que evidenciavam. Ainda assim aqui e ali lá se foi quebrando o gelo.  

Com uma sonoridade minimal, fortemente marcada pelo ritmo dos timbalões, tiveram no entanto alguns momentos de descoordenação. Ainda assim, registe-se alguns apontamentos interessantes tais como a inclusão de um acordeão a ritmar um dos temas. Fica para ouvir (sem percalços) o registo em disco.


Pouco depois, já o calor era quase insuportável, quando Douglas P. subiu ao palco, não para começar o seu concerto, mas sim para prepara-lo. Mostrou-se logo à partida simpático enquanto ia colocando os seus estandartes em cima do palco.


Cerca das 22:00H, e o calor continuava..., subiram finalmente ao palco os Death in June, desta vez Douglas P. apresentou-se sozinho, sem a companhia de amigos de outrora, que recordando, tinha na sua formação inicial Douglas Pearce, Tony Wakeford (Sol Invictus) e Patrick Leagas (Sixth Comm e Mother Destruction).
Douglas P. com a sua guitarra de 12 cordas (11 a partir de determinada altura), desfilou ao longo de quase 2 horas mais de 30 temas de outros tantos anos de existência dos DIJ, tais como "She Said Destroy", "All Pigs Must Die", "Little Black Angel", "Fall Apart"...
Cada tema foi sempre acompanhado por um coro de entusiastas, que via-se não estarem ali por engano. Douglas P. mostrou-se simpático, fazendo alguns trocadilhos nas musicas, e até adaptando-as a Portugal. Para registo futuro para além do que fica na memória, ficam as imagem, os vídeos, o bilhete personalizado e o CD-Single de oferta com os temas "Heaven Street" (1981) e "Heaven Street MK II" (1983).






Sugiro leitura atenta ao excelente texto incluído na enciclopédia alternativa, a Metapedia



Fotos e Texto: António Caeiro
Vídeos: Internet

quinta-feira, setembro 01, 2011

Death in June+Die Weisse Rose

... 15 de Outubro, algures em Lisboa.




Death in June

Die Weisse Rose

segunda-feira, junho 20, 2011

DEATH IN JUNE -PEACEFUL SNOW -2011

O regresso em 2001, para o mitíco projecto Death in June, revela-nos a faceta mais "Intimista" de Douglas P, o trabalho, apenas voz e piano, eleva-nos para os devaneios e profundezas de Douglas P e do seu mundo, de matriz própria e solene, como tem sido apanágio ao longos dos tempos, revelando-se das mais variadas formas, desde a polémica benéfica, até ao arrasar com sons martiais e industriais, tudo isto características de um projecto deveras salutar para o mundo musical, apesar de muitos totós não o considerarem, pondo valores que não os musicais à frente, mas isso não interessa, o que está em base é todo o envolvimento criativo e musical de Douglas P, neste momento único mentor do projecto.
Deixando as polémicas de parte, só chateia a quem quer, a mim, nada disso, antes pelo contrário, este disquinho prima pelo embalar, quase térmico, que nos deixa levar na beleza das músicas, guiadas por um piano, que toca uniforme ao longo de todo o disco. Transporta-nos assim para um universo feito de mestria e encanto.
Elegante, suave, mas todo o saber está lá.4.25/5.


 

Também, por aqui um clássico!

 

Seguidores